Mulheres na Ciência: Inclusão e protagonismo que transformam o mundo

A presença feminina na ciência sempre foi fundamental, embora historicamente invisibilizada. De pioneiras como Marie Curie e Rosalind Franklin a cientistas contemporâneas como Jaqueline Goes de Jesus, mulheres têm desafiado barreiras e inspirado novas gerações. Apesar dos avanços, persistem desigualdades, como menor acesso a cargos de liderança e bolsas de produtividade. A inclusão e valorização das mulheres na ciência são essenciais para enriquecer a produção de conhecimento, garantindo diversidade de ideias e soluções. Ciência com equidade é ciência mais forte, justa e transformadora.

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A espantalha Hortilda como fruto da integração entre escola e universidade pública

Em 2021, a Escola Municipal GET Pedro Ernesto (RJ) retomou sua horta pedagógica como forma de acolhimento e reconexão com o ambiente escolar após a pandemia da Covid-19. A iniciativa, em parceria com a pesquisa de Yllas (2023), envolveu práticas agroecológicas e ecopedagógicas. Com a ampliação da horta, surgiu a ideia coletiva de construir um espantalho, a espantalha Hortilda. Feita com materiais reaproveitados e doações da comunidade, a atividade uniu sustentabilidade, criatividade e reflexões sobre linguagem e gênero. Conheça mais sobre a história da Hortilda no BLOGDEC.

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É preciso estar atento/a e forte” – Temática para trabalhar em sala de aula sobre o dia internacional das mulheres

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem suas origens em 1910, quando a militante alemã Clara Zetkin propôs a data durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas. Segundo pesquisadoras como Eva Blay, a ideia de um dia para reflexão e luta das mulheres já existia antes do trágico incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, em 1911. A criação da data foi um processo histórico, envolvendo várias lutas em diferentes países. Como destaca Eva Blay, o incêndio somou-se a uma série de problemas enfrentados pelas trabalhadoras, mas não foi a única razão para a escolha dessa data.

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Pesquisador/a brasileiro/a: quem é você? Reflexões para o 8 de julho e além

No Brasil, o perfil do/a pesquisador/a ainda é marcado por estereótipos de gênero e etnia, com disparidades de participação, especialmente em áreas como Engenharia e Ciências Exatas. Embora as mulheres tenham conquistado um espaço significativo, a inclusão de grupos minoritários ainda é limitada. O Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador nos convida a refletir sobre a diversidade na ciência e a importância de incluir mais histórias de cientistas mulheres e de grupos marginalizados nas aulas.

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Será que você foi já capacitista?

O Censo Escolar de 2021 (Inep, 2022) destaca o aumento de estudantes com deficiência em classes regulares, o que exige mudanças nas atitudes de educadores. O capacitismo, segundo Nuernberg (2020), hierarquiza as diferenças, valorizando os padrões normativos e inferiorizando os que não os atendem. A reflexão propõe que os professores adotem posturas mais inclusivas para combater essa prática.

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O que você vai ser quando envelhecer? Alzheimer e suas consequências

Estamos envelhecendo, e com isso surgem novos desafios para a saúde, como a doença de Alzheimer, que já afeta mais de um milhão de brasileiros. Além dos impactos na memória e na rotina, o estigma e a falta de informação tornam a jornada ainda mais difícil para pacientes e famílias. O que podemos fazer hoje para garantir um envelhecimento com mais qualidade de vida e dignidade?

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